Existe um ponto em que a empresa cresceu, a estrutura financeira não acompanhou, e as decisões passaram a ser tomadas pelo saldo da conta. A Vertix entra nesse ponto.
Percebe depois, e quase sempre nesta ordem.
Uma retirada aqui, um pagamento ali. Quando alguém pergunta quanto a empresa tem, ninguém responde com segurança.
O número sai tarde, sai diferente a cada vez, e ninguém defende o resultado numa reunião.
Na mesma semana. A decisão deixa de ser sobre crescer e passa a ser sobre o que atrasar.
Ele não recusa. Ele precifica um risco que a empresa não consegue provar que não corre.
Nenhum desses pontos é falta de competência. O fundador é excelente exatamente naquilo que fez a empresa crescer, e o financeiro ficou sem dono no caminho. É a cadeira que assumimos.
Na primeira conversa, o objetivo é descobrir em qual delas sua empresa está hoje.
Existe operação, existe cliente, existe faturamento. O que falta é alguém sentado do outro lado da mesa perguntando as coisas certas antes de você contratar, investir ou aumentar preço.
O caixa não fecha, o endividamento cresceu, e cada mês exige uma decisão nova de o que postergar. Aqui conselho não resolve: alguém precisa entrar e reconstruir a base.
O processo existe porque você cobra. Se você viaja, atrasa. Crescer nesse desenho significa colocar mais empresa nas mesmas costas.
Quase toda sociedade funciona no combinado verbal até o dia em que o dinheiro fica no meio. Estas são as definições que resolvemos antes disso acontecer.
Quanto cada sócio retira, com que critério, e o que acontece quando um trabalha mais que o outro.
Até que valor cada um decide sozinho. Acima disso, quem assina junto.
Quem lança, quem aprova e quem paga não podem ser a mesma pessoa. É controle, não desconfiança.
Qual número circula entre os sócios, com que frequência, e em que formato todos entendem.
Como se calcula o valor da participação antes de alguém precisar dessa conta com pressa.
Onde a empresa está exposta hoje: fornecedor único, concentração de cliente, dependência de uma pessoa.
Trabalhamos com referência em COSO para controles internos e IBGC para governança societária, adaptados ao porte de quem não tem conselho de administração nem quer criar um.
É a diferença mais cara e menos discutida na mesa de um empresário. Em cenário de juros altos, ela custa mais que boa parte das decisões operacionais do ano.
O que acontece do primeiro contato até a operação rodando sem depender de você.
Onde o dinheiro está indo, qual o risco societário exposto hoje e qual das três situações descreve sua empresa. Você recebe a leitura mesmo que não siga com a gente.
Saneamento de caixa, plano de contas gerencial, controles internos, ERP em nuvem implantado e o primeiro fechamento confiável. As definições de governança entram aqui, não depois.
A rotina financeira, contábil e administrativa roda com a gente. Você acompanha por relatório no seu acesso e usa a nossa cadeira para as decisões que mudam o ano.
Nenhuma virada financeira se sustenta com só uma dessas competências. Elas raramente moram na mesma pessoa, e por isso somos dois.
Entra no detalhe da rotina: compras, contas a pagar e receber, conciliação e a estrutura que faz o número existir todo mês sem alguém cobrar.
Assume a leitura estratégica, conduz as definições entre sócios e senta com o banco quando a conversa é sobre risco, taxa e capital de giro.
Você fala direto com os dois. Não existe repasse para equipe júnior, porque o número de empresas que atendemos por trimestre é limitado de propósito.
Não. O desenho é para a empresa que já sente a falta de controle financeiro mas ainda não tem porte para montar uma diretoria financeira inteira. Se você já tem um time financeiro estruturado e um CFO em tempo integral, provavelmente não somos necessários.
Sim, e é onde a diferença aparece mais rápido. Caixa apertado, passivo acumulado e informação desorganizada são o ponto de partida mais comum dos nossos projetos, não uma exceção. Quanto antes, menos caro. Mas raramente é tarde.
Depende do desenho. Em alguns casos assumimos a rotina inteira; em outros treinamos e organizamos quem já está aí, e ficamos na camada de governança e decisão. O diagnóstico define isso antes de qualquer proposta.
O primeiro fechamento gerencial confiável sai dentro dos 90 dias do projeto de base. Sinais de organização aparecem antes disso, já nas primeiras semanas, quando o caixa pessoal e o da empresa se separam.
Depende do tamanho da operação e do estado em que a estrutura está hoje. Isso fica claro no diagnóstico, que é gratuito. O que dá para adiantar: montar internamente a estrutura equivalente custa consideravelmente mais que contratar a Vertix.
ERP em nuvem intuitivo, com captura automática de notas e conciliação apoiada por inteligência artificial. A automação faz a parte repetitiva; a leitura e a recomendação continuam sendo de gente com experiência em decidir. Você tem um painel de relatórios no seu próprio acesso e consulta quando quiser.
15 minutos, direto com os sócios da Vertix. Você sai da conversa sabendo qual das três situações descreve sua empresa e o que fazer a respeito, mesmo que não trabalhe com a gente.